22 de ago de 2009

CURSO DE MODELAGEM


Curso de Modelagem (Bases) tecido plano e malha mes de Julho

26 de jun de 2009

MANCHAS EM ROUPAS COMO TIRAR


Aconselhar para que sua roupa dure o maior tempo possível faz parte do nosso papel.

Para isso é necessário respeitar alguns princípios básicos, e em seguida, adaptar a melhor forma de lavagem: temperatura, adequada, modo de lavagem, etc.

PRIMEIRO:

Aja rapidamente, mas com delicadeza. Não deixe as manchas sobre o tecido por muito tempo para evitar que envelheçam e penetrem nas fibras

Se a origem da mancha for um produto espesso (vela, tinta) antes de qualquer coisa raspe delicadamente com uma espátula.

Sempre use um tecido branco e limpo ou chumaço de algodão embebido no produto indicado

Nunca esfregue com vigor, em vez disso de pequenas e repetidas batidinhas sobre a mancha, com o produto apropriado

Antes de utilizar um produto, verifique sempre se ele não degrada a cor experimentando-o sobre uma região pequena na parte interna da roupa

Para evitar aureolas, inicie pela borda da mancha e vá aproximando-se do centro

Não utilize grande quantidade de produto de limpeza, melhor acrescentar aos poucos

Solventes inflamáveis devem ser utilizados com prudência.

Efetue sempre uma lavagem após tratar da mancha, independente do produto utilizado.

CAFÉ, CHÁ, CHOCOLATE.

Molhar imediatamente com água fria. Em seguida esfregar de leve com um pano embebido com vinagre branco. Sobre tecido branco, utilizar água oxigenada 10 volumes.

FRUTAS, LEGUMES,VERDURA.

As manchas de frutas e verduras se oxidam ao ar e, sobretudo, ao calor (na secagem ou quando se passa o ferro). Elas adquirem uma coloração morena e se fixam nas fibras. Aconselha-se lavá-las rapidamente tecido manchado. Passar levemente um pano embebido em vinagre branco, ou água oxigenada 10 volumes.

GORDURA,ÓLEO,MANTEIGA

Tirar a mancha em dois tempos: 1. Dissolver o corpo gorduroso esfregando levemente com tetracloreto de carbono, ou solvente apropriado para tecido. 2. Polvilhar com talco neutro, que absorvera a mancha. Deixar agir de 2 a 3 horas depois escovar.

TINTAS.

Tinta de caneta esferográfica, sobre lã esfregue com tetracloreto de carbono apropriado para tecidos. Sobre poliéster, remover cor com solvente incolor para esmalte de unhas.

TRANSPIRAÇÃO.

Em tecidos resistentes, esfregar as manchas com água oxigenada. Para tecidos delicados, deixar de molho meio dia em água fria adicionada de vinagre branco.

SANGUE:

Lavar com água fria durante alguns minutos. Se a mancha resistir: em tecidos resistentes embeba o tecido em água oxigenada, deixe agir e lave-o após, em tecidos de cor ou lã derreter um comprimido de aspirina em um copo de água e mergulhar a parte manchada por alguns minutos.

ERVAS:

Esfregar ligeiramente com um pano embebido em álcool comum. Se a mancha persistir para tecido de algodão branco ou de cor resistente, misture a peça em água misturada com cândida; para outros tecidos, utilizar álcool 90º ou vinagre branco.

FERRUGEM:

A mancha de ferrugem deve ser eliminada de imediato para evitar que provoque um buraco. Utilize suco de ½ limão adicionado de (uma colher de café) de sal refinado. Produtos específicos para ferrugem podem ser encontrados em farmácias.

GRAXA E PICHE:

Colocar em cima da mancha uma camada de manteiga ou margarina. Deixar agir algumas horas. Tirar o grosso da gordura raspando delicadamente com uma espátula, em seguida limpar como uma mancha de gordura.

LAMA:

Deixar secar, e em seguida escovar, (escolha a densidade da escova conforme o tipo de tecido). Para apagar o vestígio, passar no tecido um dos produtos: Água com vinagre – 2 colheres de sopa de vinagre branco diluído em 250 ml d água, água com amoníaco – 1 colher para ½ litro de água.

MAQUIAGEM:

Aplicar álcool 90º.

MOFO:

Em tecido branco ou de cor resistente, mergulhar e deixar um pouco na água com cândida diluída. Em tecido de cor umedecer com suco de limão, em tecido sintético ou seda: molhar num banho de leite.

VELA:

Tirar o Maximo da crosta de cera raspando-a delicadamente os dois lados do tecido com uma espátula. Se a vela for branca, colocar o tecido entre duas folhas de papel absorvente e passar com ferro morno, trocando o papel à medida ele absorver a vela derretida. Lavar normalmente. Caso resista a mancha gordurosa, elimina-la usando álcool puro. Depois de 5 a 10 minutos, esfregar a mão.

CHICLETE:

Passar uma pedra de gelo ate que a mancha endureça. Raspar com uma espátula e completa com lavagem conforme indicado na etiqueta da roupa.

BATA / JALECO / GUARDA PÓ isso depende da região onde está.

FRENTE
COSTAS

25 de jun de 2009

MODELAGENS PLANA FASES E CUIDADOS NA CONFECÇÃO



FASES

1. Interpretação do modelo
É a descrição criteriosa do modelo apresentado, através do desenho, fotografia, peça confeccionada, verificando qual é o diagrama, o tecido, o tamanho, como foi confeccionado e os aviamentos necessários.
2. Diagrama ou traçado
É a representação gráfica figurada da morfologia do corpo humano, desenho que mostra, esquematicamente, o plano de uma estrutura, com a posição e relação de suas partes. Para a construção do molde, é necessário conhecer as medidas e proporções. Faz-se o diagrama de acordo com o modelo e o tamanho, mediante o pedido.
3. Molde
É reprodução gráfica da silhueta do corpo humano representada no diagrama. Adquiri-se o molde depois que transferir para outro papel o modelo desenhado usando para esta tarefa os materiais e instrumentos necessários.
4. Molde para corte
Coloca-se a margem de costura, de acordo com o tipo de tecido, tipo de costura, tipos de máquinas, tipos de embainhadores e faz-se as marcações técnicas para facilitar posteriormente sua identificação.
4.1. Informações técnicas do molde
· Referência
· Tamanho da peça
· peça
· Quantidade de partes a ser cortada
· Quantidade de peças que compõem o molde
· Posição do fio de urdume
· Assinatura do modelista
· Data
5. Protótipo
É a primeira peça confeccionada para averiguação do molde. Havendo necessidade, faz-se as devidas correções nos moldes.
Depois do protótipo aprovado, o mesmo fica para amostra do fluxo operacional da confecção.
6. Ampliação e Redução
É a técnica utilizada para a construção dos tamanhos menores e maiores partindo de um tamanho qualquer. Pronta a ampliação e redução, se possível, confecciona-se um tamanho ampliado e outro reduzido para verificar a uniformidade das proporções.
7. Ficha técnica
É um instrumento que orienta a confecção de peças do vestuário, definindo as especificações da matéria prima, o fluxograma operacional e os padrões de qualidade exigidos pelo cliente.


CUIDADOS NA CONFECÇÃO DE MODELAGENS PLANA

· O molde ao ser recortado deve ficar à esquerda da tesoura.
· Segurar o molde e não a sobra do papel; recortar do lado de dentro do risco.
· Não deixar nenhuma ondulação e repicado.
· O pique no molde deve ser de 1mm de largura por 4mm de comprimento e paralelo a margem.
· Fazer o pique na margem onde vai ser passada a primeira costura.
· É necessário marcar o sentido do fio em toda extensão do molde; a seta que indica a posição da peça marcada na mesma direção, em todas as partes do molde.
· O fio de urdume deve ficar sempre visível, não pode ser marcado na dobra do molde, para não perde-se com o uso.
· Guardar os moldes em envelopes, identificar e desenhar o modelo no verso do envelope para facilitar a identificação.

21 de jun de 2009

ALONGAMENTO DA MALHA

Os modelos para malha nunca devem ser cortados em um tecido sem elasticidade ou com elasticidade menor do que a exigida no texto explicativo. Antes de cortar, faça um teste: para medir o alongamento, apóie uma régua ou fita métrica sobre uma mesa. Prenda a régua ou a fita métrica com fita adesiva sobre a mesa, para maior segurança.


Dobre o tecido no sentido do alongamento (na trama do tecido). Marque um trecho de 10 cm com alfinetes (seta 1).

Coloque o alfinete da direita no início da régua. Com a mão esquerda, estique a dobra ao máximo e veja onde parou (seta 2). Cada 1 cm acima de 10 cm representa 10% de elasticidade a mais (se o tecido chegou a 12 cm, diz- se que o percentualé igual a 20%).

Antes do corte, deixe a malha “descansar” (para soltar a tensão dos fios da malha) por 24 horas sobre uma mesa, fazendo algumas dobras, no sentido do alongamento do tecido, como mostra a figura.


Fonte http://www.manequim.com.br/

FUNDAMENTOS TECNOLÓGICOS



Modelagem
E a arte de transformar em moldes as partes componentes de um desenho, croqui ou figurino de peças para o vestuário.
Modelista
É o profissional que confecciona os moldes de acordo com as especificações do desenho.
Estilista
É quem se ocupa em estudar, criar, adaptar e lançar novas soluções em matéria de estilo e formas da moda. Atualmente é considerado como diferencial da empresa de confecção, pois atua como um dos elementos estratégicos da empresa, desde a criação/pesquisa de tendências de estações, perfil do consumidor, elaboração/processo, acompanhamento/gestão e lançamento/estudo do ciclo de vida do produto no mercado.
Figurinista
É o que apresenta com arte, um modelo criado pelo estilista. Muitas vezes ele também tem as funções de estilista e/ou modelista.
É considerado o "créater", desenvolve o primeiro modelo.
Desenhista de Moda
É aquele que elabora a parte técnica, que produz e aperfeiçoa uma "moulage".
"Moulage" é a técnica de modelagem feita diretamente com o tecido sobre o manequim, o que garante melhor caimento para o modelo.

MUDANÇAS NAS ETIQUETAS DE COMPOSIÇÃO


Depois de comprar roupas novas, muitas pessoas olham as etiquetas à espera de instruções de como mantê-las conservadas. Porém, ao fazer isso, o que se encontra são símbolos estranhos que, muitas vezes, acabam confundindo o consumidor. Agora, o Inmetro quer mudar a situação. Uma nova portaria autoriza e recomenda que as indústrias e as lojas coloquem nas etiquetas as instruções por escrito. Assim, as informações poderão ser colocadas de maneira clara e simplificada.
- A grande verdade é que ninguém decora o significado de cada símbolo na etiqueta. Agora, as empresas poderão utilizar o texto, que é preferível, e/ou os símbolos, que não sumirão, por serem parte de um padrão internacional - explica Márcia Rosa Franco, chefe da divisão de fiscalização da qualidade do Inmetro.
O Instituto faz a normatização das etiquetas, mas o padrão dos símbolos é propriedade da Associação Internacional para Códigos de Cuidado Têxtil, denominada Ginetex. Atualmente, para utilizar essas identificações, é necessária a autorização da associação.
Para não perder o mercado externo, as indústrias devem continuar colocando os símbolos, pelo menos nos produtos exportados, mas com a permissão da divulgação da informação por meio de texto o Inmetro espera que os consumidores não passem mais por problemas ao comprar uma roupa nova. Para saber todos os cuidados que as roupas necessitam hoje, o consumidor tem que decorar 23 itens identificados por imagens, como, por exemplo, se a peça de roupa deve ser secada na horizontal ou na vertical.
Essa mudança não afetará o restante da etiqueta, que, além das instruções de lavagem, tem que ter, obrigatoriamente, o tamanho, o nome e o CNPJ da empresa, o país de origem e a composição do tecido, como mostra a imagem nesta matéria.
- Essas informações são essenciais para o consumidor. Muitos que não identificam os símbolos sabem a forma de lavar a roupa por causa da composição do tecido, por exemplo, pois aprendeu desde criança como lavar lã ou seda - diz Márcia.
Enquanto as mudanças não ocorrem, aqueles que enfrentam problemas com as identificações nas etiquetas podem olhar a cartilha que o Procon-SP fez com o significado de todos os símbolos, além de dicas e orientações para conservação das roupas.

Mario Campagnani

20 de jun de 2009

CALÇA SOCIAL DESENHO TÉCNICO


Desenho detalhado frente e costa de peça do vestuário adicionado a ficha técnica de um produto a ser fabricado em uma linha de produção.

PLISSADO TECIDOS



Plissado ou Plissê:
No final do século XIX, o plissê foi usado na confecção de vestidos de baile. Na virada do século, era parte integrante de muitos estilos e tornou-se particularmente popular nas décadas de 20 e 50.

O que é o plissê?
Trata-se de pregueado fino, estreito e regular criado mediante pences costuradas ou prensadas no tecido de vestidos e saias, geralmente a partir do cós e em direção à bainha, com o auxílio da forma de plissê e de engomadura que pela a ação do calor e vaporização da goma de plissar tornam-se fixadas. Estas pregas podem ser feitas com o tecido em sentido fio reto ou enviesado. As principais modalidades de pregas _ estilo “canelado (pregas em pé) tombada” (pregas deitadas) e “prega-macho” oferecem a possibilidade de muitos arranjos de plissê.

EVOLUÇÃO DA MODELAGEM PLANA


Nos primeiros anos do século XXI, transformações ocorrem na base do vestuário.

As indústrias buscam novas tecnologias para melhorar o processo de produção sempre com novos diferenciais para competirem no mercado, atendendo uma clientela que exige mais conforto e mais qualidade como uma forma de valorização da estética.

No contexto, a escolha do tipo de modelagem a ser utilizada se apresenta como um diferencial, uma ferramenta de fundamental importância para o desenvolvimento dos modelos com um alto padrão de qualidade. Com isso, o profissional, deve saber relacionar o modelo a ser desenvolvido com a segmentação de mercado consumidor e ou cliente específico, para obter modelagens pautado no conforto, na praticidade, funcionalidade, além do aspecto estético visual.